quarta-feira, 18 de março de 2009

Bio design: Ferramenta de criação

Bio Design
Por Rachel Quadros


O bio design se desenvolve através da técnica e da aplicação da ferramenta de criatividade biônica. O processo de criação é aplicado através da busca na natureza analisando formas interessantes e inusitadas como inspiração para formular o desenho do produto.



A natureza é povoada por um mundo invisível em constante mutação, são as flores que se multiplicam aparecendo em contornos e detalhes, são os estudos de botânica, apresentando relevos em texturas inesperadamente magníficas.



É a fauna fantástica, vista em um ângulo mais apurado que refletem nas formas, cores e texturas projetadas em produtos com design orgânico que despertam o desejo de consumo.



Quebre regras e padrões o design está no olhar ampliado.


"...o olhar do designer mais ampliado que dignifica seu desenho".

Se quer deixar sua marca seja único como um diamante e deixe claro ao mundo seus ideais.

terça-feira, 17 de março de 2009

Ah!! O inverno está chegando

Ah!! O inverno vai chegar divertido, rebuscado, detalhado,
elegante e sofisticado
Por Rachel Quadros


Características do século XXI como o stress do dia a dia e a falta de tempo para o relax, provoca a sensação de isolamento e distanciamento é por isso que o inverno, 2009 nos reporta a épocas mais tranquilas, como as décadas de 20, 40 e 50, onde a classe a elegância eram altamente preservadas.
O Inverno 2009 não busca inspiração nas diferenças, parte do princípio de que não há equilíbrio sem extremos, e que não existe individualidade sem dualidade. nas relações estabelecidas: entre: pesado X leve, brilho X opaco, sofisticado X rústico.
Cinco temas que influenciam diretamente nas criações dos designers de moda: romantismo, sofisticação, futurismo, medieval, etnia.
O Romantismo do campo aparece de forma obscura e sedutora, ambiente dark e sensual, são característicos desse tema as peças esvoaçantes junto à calças mais justas e estruturadas.
A sofisticação é o retorno aos anos 40 e 50 como predomínio do estilo inglês, e um toque de glamour da aristocracia norte americana, com cores escuras, e artigos mais estruturados: como laços, laçarotes, jabôs, plissados.
Elementos masculinos para o gosto feminino incorporam os princípios da alfaiataria, do militar aos macacões de trabalho, passando pelos esportivos e pelo símbolo máximo do universo do homem: o terno.
Do guarda-roupa masculino peças saltam, mas da maneira mais feminina possível, pensada para o corpo das mulheres, como: ternos, calças de alfaiataria e blazers ganham suas versões delicadas e aparecem com peso certo para a mulher moderna.
Nessa tendência o que volta à cena, é a expressão feminina e charmosa bem ao estilo dos anos 40. A silhueta é ajustada ao corpo, em interpretações frescas, para um repertório sóbrio.
O futurismo é renascido das décadas de 60 e 70 ícones desse período como Lou Red e Andy Warhool, destacam-se pelo surrealismo e psicodelia, traduzidos para o inverno em peças com volume, como calças flare ou as extremamente justas como as shinny. Para compor o look, as peças metalizadas lembrando dancing days aparecem em jaquetas esportivas, blusas e denim.
Expectativas do futuro aparecem de maneira lúdica e divertida, com os anos 70, junto ao imaginário de um futuro robótico são influências das coleções outono inverno 2009.
A etnia representa o tema militar muito forte em reflexo da situação instável e conturbada no Oriente Médio. Em busca da paz, do retorno à cidade natal e a calmaria a etnia aparece para equilibrar esse tema, casacos e jaquetas pesadas são adornados com vieses bordados e coloridos.
Referências culturais são misturadas em uma salada de estampas e materiais sintéticos e naturais. Tendência que se abre para os contrastes entre materiais naturais e sintéticos, padronagens étnicas e elementos de montaria entre tantas outras influências.
Há poucos limites para o estilo, caracterizado pelo styling jovem e contemporâneo, sustentado pela justaposição de peças aparentemente desconectadas entre si.
Mistura insólita de tecnologia e primitivismo com toques sociais.


O medieval é inspirado nas roupas bárbaras e nas proteções e tapeçarias da nobreza, este tema reflete a busca pela proteção, ou fuga para o mundo de sonho renascentista, ornamentado, com mais liberdade de criação e ascensão burguesa. No século XXI, o tem a medieval é traduzido em peças metalizadas, detalhes em couro e argolas, looks total black (chiquérrimo). Característica marcante é a cintura marcada por acessórios como cinturões.


Entre as novidades está a linha dos silks, próprios para a alfaiataria e ideais para peças com volumes, drapeados e pregas. Eles apresentam um toque sedoso e com brilho, proporcionado pelo acabamento tecnológico.
A modelagem é mais relaxada, trazendo tons de cinza-chumbo misturado a cores suaves. Ternos ou apenas calças são confeccionadas em lã e podem ganhar detalhes de leves padrões xadrezes.
O estilo urbano é traduzido em peças de aspecto desgastado recebem modelagem rente ao corpo nessa tendência. Para acompanhar as calças justas, coturnos e botas são utilizados com jaquetas pesadas.
O estilo sport-Chic entra no inverno 2009 com um olhar no futuro, o sportswear é associado à tecnologia de materiais e à funcionalidade conseqüente do estilo esportivo. Entre tecidos leves, lustrosos e de cores vivas, o estilo aparece junto a peças formais, como calças de alfaiataria. No campo da funcionalidade, é visível a praticidade e fit perfeito, promovendo uma nova relação entre o corpo e a roupa. Plásticos, nylons e materiais de aspecto encerado e brilhante trazem mais glamour ao activewear, deslocando looks esportivos para contextos elegantes. Blusões em tecido plano, jaquetas em tecidos tecnológicos e cores vivas são intercaladas com calças estilo alfaiataria, sapatos formais e tênis esportivos
A gama de tecidos é rebuscada e detalhada entre: xadrezes, enrugados, drapeados, matelassê, peles, crepe, mousseline, chifon, leves esvoaçantes e, plissados, o efeito é a desestruturação, o volume e a assimetria.

O inverno é divertido, rebuscado, detalhado, elegante e sofisticado. Busque sua identidade.

"Não seja vítima da moda, aproveite as tendências para que elas possam lhe fazer compreender-se." Rachel Quadros

domingo, 15 de março de 2009

Design versus Moda

Design versus Moda
Por Rachel Quadros

“O desenvolvimento de qualquer produto se dá em primeiro lugar pela pesquisa histórica relacionada a ele, de maneira que possamos entender seus usos e costumes, determinar o estado da técnica, e interagir de forma a criar novas demandas, novos usos e novos simbolismos”. Dorotéia Pires

Design é uma palavra inglesa que em latim significa designar. Em português, projeto, plano, propósito. Popularmente está associado às formas dos produtos, mas em seu sentido mais amplo, conceituar a atividade de design é uma tarefa difícil quando se pretende abordar o design em toda sua plenitude, pois, esta é uma atividade em constante mudança e transformação.

O verdadeiro design não surge no universo da espontaneidade, mas na disciplina e na pesquisa. Pode-se citar que o design se desenvolve por meio de um processo, de um meio, um método que pode ou não ser linear, de acordo com as necessidades projetadas na nova idéia, muitos autores já refletiram e desenvolveram seus métodos projetuais de design como Mike Baxter, Bruno Munari e Löbach, ambos definem o design como projética, com base em planejamento processual de etapas interrelacionadas, abaixo segue modelo de uma das metodologias mais utilizadas MD3E (Método de desdobramento em 3 etapas) do autor Flávio Santos (coordenador curso de design Univali)

“...as regras do método não bloqueiam a personalidade do projetista mas, pelo contrário, estimulam-no a descobrir coisas que, eventualmente, poderão ser úteis também aos outros.....
....criatividade não significa improvisação sem método.” Bruno Munari

O design tem se transformado nos principais diferenciais que um produto ou empresa de moda pode ter, gerando vantagens competitivas, valores agregados e melhor posicionamento de produtos e marcas com relação aos seus competidores no mercado. As empresas geralmente focam seus programas e processos de qualidade nos aspectos gerenciais, administrativos, produtivos, de atendimento e retenção de clientes, fazendo com que o design fique restrito ao desenvolvimento dos aspectos formais de modo a torná-lo atraente, dentro de características pré-estabelecidas.

“...o design deve somar a personalidade da empresa com a personalidade do designer”...Mauro Lipparini

A palavra chave para definir o desenvolvimento de novos produtos de moda não consente somente em agregar valores ao produto, mas transformar estes valores perceptíveis aos olhos dos seus clientes, e isso dependerá diretamente a conectividade dos responsáveis pela criação do produto, para com as necessidades que o mercado oferece. A globalização influência o dia-a-dia, obrigando a se criar meios de atender tais exigências, gerando a praticidade de novos modelos. A tendência mundial no que se refere ao design de moda é a simplificação, transpor conceitos de maximização à minimização , a fim de não agredir o contexto social.

Entender o que é um produto de moda facilita a compreensão da responsabilidade de um designer de moda:
.......................o produto de moda embala um corpo que...



•sente,
•se emociona,
•se movimenta,
•sua,
•sente frio,
•sente calor,
•que namora,
•que come,
•que corre riscos,
•que adoece,
•que brinca,
•que trabalha,
•que morre....

Repensar a forma de fazer design de moda é:
•Relacionar estudos sobre cores, formas materiais , anatomia do corpo integrando aos conceitos de estética, ergonomia e valores culturais e sociais.
Ainda hoje, os consumidores necessitam e desejam sempre novos produtos, manifestam exigências sobre os aspectos de função de uso: técnicas, ergonomias, formais (gestalt) e psicológicas (belo, luxo, status, fetiche, identificação, coleção, mistério, posse, ciúme).

Os consumidores buscam pela individualidade, pela série restrita. Moda, como já provara Baudrillard, portanto, tem uma dinâmica psicológica.

Designers têm como missão criar sob novos paradigmas, incluir em seus produtos a aplicação de uma visão humanística, cultual e psicológica, como fatores de diferenciação, para a geração de alternativas projetuais e, assim, agregar valor ao abjeto. Os designers devem verificar o que significa o belo, o luxo. Devem analisar o porquê da necessidade de status, do culto ou do fetiche de certos objetos; do ciúme e da posse, do mistério e do segredo no lançamento de novas coleções.

"A mais bela coisa que podemos experimentar é o mistério, pois esse é a origem de toda a arte e ciência verdadeira. Albert Einstein
Fazer design de moda é um mistério....
Mas que delícia desvendar um mistério...

terça-feira, 10 de março de 2009

Ideias ....

AHHH as ideias.....

Por Rachel Quadros





quinta-feira, 5 de março de 2009

Moda ecologicamente correta

MODA ECOLOGICAMENTE CORRETA
Por Rachel Quadros

Palavras Chaves:
Área: Meio Ambiente e moda

Com a ameaça da escassez dos recursos naturais, sendo olhado para alternativas de forma que o desenvolvimento socioeconômico seja baseado numa filosofia de sustentabilidade e com o impacto da seção industrial em a deterioração ambiental é significante, atualmente é fundamental que os efeitos do processo produtivo no ambiente e as necessidades desses efeitos sejam consideradas na economia, principalmente no setor têxtil, seja de tecnologia do desenvolvimento de novas fibras à confecção propriamente dita, que atualmente é um setor de destaque na economia brasileira, tanto como produto de exportação. A introdução do capital natural na análise econômica, se faz necessário como os custos da degradação ambiental e do consumo de recursos naturais, eles não foram acrescentados aos processos produtivos, enquanto sendo avaliado os fluxos de ações naturais e contribuindo à definição de uma balança ecologicamente correta à economia. Assim, pretende resgatar na criação de novos produtos de moda a necessidade de transmitir valores ligados a consciência ecológica.

É necessário elaborar projetos com desenvolvimento sustentável, que atinjam não somente os consumidores/clientes do produto, mas que seu impacto seja global, pensando nesta questão é de primordial função mostrar que a indústria da moda em todo seu contexto e com toda sua atual participação no mercado mundial tem papel fundamental em conscientização com aspectos ecológicos, também pode através de sus frívolas e cíclicas tendências aplicar práticas com esta linha de pensamento.

No Brasil pode-se mostrar esta categoria implementada no setor industrial, a Rhodia-ster está lançando, em parceria com a Santista e a M.Officer, o Projeto Alya ECO, uma iniciativa envolvendo empresas líderes nos seus segmentos, que vai colocar no mercado brasileiro a primeira coleção exclusiva de jeans produzido com a fibra Alya ECO feito de PET reciclado, misturada com fibra de algodão também reciclado, um exemplo ilustrativo que transmite a consciência ecológica aliada ao poder da moda com produto e as inovações tecnológicas suprimida pelos recursos renováveis aplicados ao Ecodesign (desenha produtos para a indústria, levando em consideração a funcionalidade, manuseio e sistema, buscando maximizar o reaproveitamento do material). Já estão no mercado tecidos que poucos conhecem a procedência. Para não ser pego desprevenido, é fundamental conhecê-los de perto e se beneficiar do conforto que oferecem o Tencel é também uma nova fibra de celulose natural, como o objetivo, de utilizar processo que emprega agente reciclável e não tóxicos. Sendo uma fibra natural, é biodegradável.

Outros, importantes designers de nome internacional, aplicam o mesmo diferencial são Paco Rabbane, o arquiteto da moda, que utiliza materiais alternativos e reciclados e tranforma-os em conceito, assim como Issey Miyake, que cria e inova a tecnologia das fibras têxteis aliando a ecologia com a moda.


À esquerda Atomium Bruxelles Dress (1999) de Paco Rabanne , à direita peças da série Starburst (1998) em alumínio e algodão de Issey Miyake. Fonte:-ARCDESIGN, São Paulo, 2000, Edição 20 (semestral), “A força do Alumínio”, por diretor de redação.

O próprio estilo e o modo como se encara uma filosofia de vida influencia diretamente na moda, explicito é o caso da década de sessenta e setenta por exemplo, os hippies eram os que mais se preocupavam com a preservação do meio-ambiente., para escapar da poluição e do stress das cidades, criaram as comunidades alternativas, que eles organizavam em espécies de fazendas localizadas em áreas menos poluídas. Essas comunidades alternativas foram moda na segunda metade dos anos 60 e nos anos 70.



A moda atualmente requer a possibilidade de tornar-se uma indústria com potencial Ecoeficiente: reduzindo, reutilizando e reciclando, preocupando-se com a conservação dos recursos naturais e minimização de impactos ambientais. A introdução de tecnologias gerando menos resíduos, portanto menos desperdício, é uma ferramenta para amenizar os impactos ambientais.

O que pode-se destacar neste momento, é o uso da moda orgânica em alta, em que todos os processos que envolvem o desenvolvimento de produto são totalmente ecologicamente corretos, desde a extração de uma matéria-prima de recursos renováveis até o seu processo de transformação, bem como o cuidado com a água, no processo de tecelagem, estamparia com pigmentos naturais, exemplos desta perpectiva são tecidos provenientes de fibras como: soja, milho, cânhamo, coco, bambu e algodão orgânico:

Fibra de bambu



Fibra de coco

fibra de soja


Fibra de milho

Com a constatação de que a moda exerce poder intangível sobre seus consumidores, por que não utilizar destes artifícios para demonstrar a necessidade de evidenciar a importância de aliar todos os processos a esta perspectiva de preservação do meio ambiente partindo desde a idealização de um projeto até sua concepção como produto acabado e inutilizado.
"ser consciente é respeitar o meio em que vivemos de forma limpa e saudável: adote os conceitos da a Moda orgânica".

O adequado gerenciamento ambiental é necessário para garantir que a degradação da natureza e conseqüente decadência da qualidade de vida, tanto nas cidades como no campo, parem de ocorrer. E que a necessidade de se produzir seja compatível com a necessidade de se preservar o meio ambiente (Carneiro, 1993).

Este texto foi elaborado a partir da leitura de CARNEIRO, J. M. B., MAGYAR, A. L., GRANJA, S. I. B. (1993). Meio ambiente, empresário e governo: conflitos ou parceria?. Revista de
Administração de Empresas, São Paulo, Abril.

terça-feira, 3 de março de 2009

Moda fascínio pela criação

Moda fascínio pela criação

Por Rachel Quadros


segunda-feira, 2 de março de 2009

Bureaux de moda Catarinense: Realidade no Oeste
Oh Flamia by Suzana Pimentel
Por Rachel Quadros

A proposta do site oh flamia representa toda a magnitude das macrotendências que influenciam o Mercado da moda em todos os seus segmentos projetados para a realidade de criação brasileira.

Analisar macro tendências é analisar os aspectos de comportamento de consumo, projetados em longo prazo. Para fazer esta analise os designers do Oh Flamia! estão localizados estrategicamente em pontos de pesquisa para resgatar todos os conceitos adotados como referencia de tendência para produtos de moda no site.
As pesquisas de macrotendencia foram analisadas sobre a perspectiva do melhor e maior site de pesquisa comportamental de consumo mundial: WGSN: Wordl Global Style Network.
A proposta deste buerau é a criação de um estúdio de pesquisa em moda para Santa Catarina. Para elaborar esta proposta a criatividade é bem mais que uma característica é uma visão de vida, uma forma de ver e também de assumir um papel dentro, é estado de espírito, é um estilo de vida na criação para o Estúdio Bureau Oh Flamia!.

Desenvolver um estúdio de pesquisa e criação de moda para a região oeste de Santa Catarina é um desafio, que é o real sentido deste trabalho. Para tanto, utilizou-se como base de pesquisa a empresa PARAMALHAS por ser conceituada no segmento de moda do setor de maquinários para malharia retilínea, bem como representa uma das maiores empresas referentes à conceito de tendência de pesquisa de moda. A partir do crescimento da atividade profissional em design de moda na região Oeste de Santa Catarina, bem como da presença de instituições de ensino que oferecem o curso de Bacharel em design com habilitação em Moda e da consolidação de um referencial teórico e de uma massa crítica de conhecimento científico, métodos de pesquisa estão sendo explorados. Observando a carência de fonte seguras e principalmente a necessidade de deslocamento para grandes centros e capitais em busca de material de pesquisa de tendência focando a macrotendência no seu sentido conceitual e comercial, percebeu-se a necessidade de criar um espaço para pesquisa e criação de moda priorizando principalmente a região oeste de Santa Catarina, com informações atualizadas em virtude do calendário que o ciclo da moda exige, antecipação de conceitos de formas, cores, texturas, temas e comportamento. Para facilitar o processo de comunicabilidade optou-se por construir um espaço físico bem como um espaço virtual para pesquisa, ambos nomeados Oh Flamia! Um estúdio bureau que apresenta através de painéis imagéticos ou semânticos a visão conceitual de um novo estilo de comportamento de consumo projetado para o mundo da moda. Essa proposta é direcionada principalmente à empresas têxteis de confecção da região oeste de Santa Catarina, e ás instituições de ensino que formam profissionais para o mercado de trabalho que necessitam de uma ferramenta que auxiliem na etapa de pesquisa de tendência, todavia alguns nichos de mercados diferenciados do mercado da moda possam ser aplicados nesta proposta ou em outras habilitações do design e no mercado profissional.
A linguaguem do Oh Flamia é lírica e poética, encanta a mente do criador que enaltece sua alma inspiradora em imagens conceituais, desconstruida e construidas na idealização de 5 sub-temas arrebatadoras de uma riqueza intangível de cores, formas, texturas, silhuetas e linhas.

Delírio de horizontalidade do pensamento criativo para o designer de moda, que busca a pesquisa de moda em excelência.



Captar e compreender a linguaguem da moda em forma de macrotendência é trabalho de pessoas sensíveis e perceptíveis as sensibilidade emergentes no panorama de tendencias de comportamento de consumo. O coolhunter é dono de um olhar único e inspiracional para os designers de moda, é a base daquele que projeta o que será desejado numa base de 8 á 10 anos de antecedência.

Além de formatação conceitual em forma de imagens o coolhunter procura realizar o trabalho de produção de moda junto a sua equipe elaborando a realidade dos conceitos de macrotendência em produto de moda.

Palavras-chaves: comportamento, tendência e moda.
endereço do site:www.ohflamia.com.br
Parceiros de produção: Lendro Sherer (produção de moda), Winston Produções (fotografia), AOÊ ESTÚDIO DESIGN, MG interativa (design multimídia e gráfico), Paramalhas.

À minha grande amiga Suzana Pimentel única e indescritívelmente maravilhosa
"O que pode ser visto o inconsciente projeta no seu âmago a construção do irreal em real."
Suzana Pimentel by Rachel Quadros